🔭A Voyager 1, o primeiro objeto feito pelo homem a entrar no espaço interestelar, tem enviado dados inestimáveis desde seu lançamento em 1977. Entre suas muitas descobertas, uma das mais intrigantes é a detecção de um som persistente de baixa frequência conhecido como "hum cósmico".
🔭O hum cósmico se refere a um ruído de fundo contínuo detectado pelos instrumentos da Voyager 1 enquanto ela viaja pela vasta extensão do espaço interestelar. Este som não é um ruído tradicional, mas sim uma série de ondas de plasma de baixa frequência geradas por interações entre o vento solar e o meio interestelar. O hum é composto principalmente de ondas na faixa de 20 a 100 hertz, que ficam abaixo da faixa da audição humana.
🔭O instrumento Plasma Wave Science da Voyager 1, projetado para medir campos elétricos no espaço, foi crucial na detecção desse hum cósmico. Conforme a Voyager 1 se movia além da influência do nosso sistema solar e para o espaço interestelar em 2012, ela começou a captar essas ondas de plasma de baixa frequência, que são produzidas por vários fenômenos cósmicos, incluindo
🔭 Interações do Vento Solar: O vento solar, um fluxo de partículas carregadas emitido pelo Sol, interage com o meio interestelar — a matéria que existe no espaço entre as estrelas. Essas interações criam flutuações na densidade do plasma, resultando no hum cósmico.
🔭 Meio interestelar: O hum fornece informações sobre a densidade e composição do meio interestelar, oferecendo insights sobre como a matéria é distribuída em nossa galáxia.
🔭A Voyager 1 está agora em uma região do espaço onde nenhuma nave espacial jamais esteve! O hum ajuda os cientistas a estudar as condições e propriedades do espaço interestelar, incluindo temperatura, densidade e campos magnéticos.
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